Corra, Abby, corra! de Jane Costello

Corra, Abby, corra! 
Autor: Jane Costello
Editora: Record
Páginas: 432
Nota: **** (4 estrelas)

Sinopse: Abby nunca foi de se preocupar com hábitos saudáveis. Aos 28 anos, ela acaba de fundar a própria empresa de web design, e sua rotina parece consumir todo o seu tempo. Ela não tem a menor ideia de quando foi a última vez que deu um beijo apaixonado. E o pior: mal tem tempo para comer, malhar então... nem pensar.
Mas quando sua melhor amiga a convida para participar de um clube de corrida, a jovem empresária encontra uma motivação: Oliver, charmoso e bem-sucedido médico que parece estar interessado em suas investidas. Seu primeiro dia de corrida, entretanto, não acaba como imaginou e ela jura que nunca mais vai correr. Até o dia em que sua assistente Heidi revela ser portadora de esclerose múltipla. A partir daí, Abby vê nas corridas uma forma de arrecadar fundos para a pesquisa da cura para a esclerose.
Só que ela precisa de muito fôlego para gerenciar a empresa, lidar com sua operadora de seguro para arcar com o prejuízo de um motoqueiro que ela atropelou por acidente, e ainda conquistar o Dr. Sexy. Mas o que Abby não imagina é que pode estar correndo atrás do homem errado...

Esse já é o segundo título da autora que leio e gosto bastante, é um chick lit bem no estilo que eu adoro ler. 

Abby promete para sua amiga Heidi, que descobre ter esclerose múltipla, que vai correr uma meia maratona para arrecadar dinheiro para pesquisa dessa doença que atualmente não tem cura. Ela é uma mulher que não está em forma e não cuida da alimentação e nem tem tempo para esse tipo de coisa, mas sua determinação quanto a promessa é forte e a mantém no grupo de corrida de sua melhor amiga, e é claro que Oliver é uma motivação e tanto para ela. 

Ninguém disse que seria fácil administrar a própria empresa, participar de um grupo de corrida e arrecadar dinheiro para a pesquisa da cura da esclerose, além disso tudo arrumar tempo para si mesma e seduzir o Dr. Sexy que aparentemente é tímido demais para tomar atitude. 

Abby precisa lidar com problemas na empresa, na família, imprevistos do dia a dia, dinheiro, roupas, tempo, ela é como uma pessoa normal que só quer ajudar a amiga de alguma forma e apesar de todas as dificuldades a personagem tem determinação e garra para cumprir seus objetivos. Ela mostra que mesmo sem tempo para milhões de coisas quando queremos podemos dar um jeito e imprevisto acontecem o tempo todo, por mais que nos chateie. 

Vou logo deixar claro que o livro não surpreende, mas que ele não deixa nenhum pouco de ser bom, é uma leitura gostosa e devoradora, a autora mantém a atenção do início ao fim do livro. Uma coisa que vale destacar são os personagens que não se tornam somente secundários, você percebe a presença deles no livro, a autora faz questão de não deixa-los de lado. 

Uma coisa que não gosto muito é quando chega no último capítulo do livro faz-se um resumão de como está a vida de cada um dos personagens, eu acho isso uma coisa meio clichê e um pouco banal, e é o que acontece no livro, mas é uma delícia de se ler. 

O livro é narrado em primeira pessoa com todas as impressões da Abby, é uma  personagem apaixonante e com atitudes lindas. Nesse livro você pode encontrar muitas risadas, romances e algumas lições de vida, vale a pena a leitura. 

No escuro Elizabeth Haynes

No escuro 
Autor: Elizabeth Haynes
Editora: Intrínseca
Páginas: 336
Nota: ***** (5 estrelas)

Sinopse: Catherine aproveitou a vida de solteira por tempo suficiente para reconhecer um excelente partido quando o encontra: lindo, carismático, espontâneo… Lee parece bom demais para ser verdade. Suas amigas concordam plenamente e, uma por uma, todas se deixam conquistar por ele. Com o tempo, porém, o homem louro de olhos azuis, que parece o sonho de qualquer mulher, revela-se extremamente controlador e faz com que Catherine se sinta isolada. Amedrontada pelo jeito cada vez mais estranho de Lee, Catherine tenta terminar o relacionamento, mas, ao pedir ajuda aos amigos, descobre que ninguém acredita nela. Sentindo-se no escuro, ela planeja meticulosamente como escapar dele. Quatro anos mais tarde, Lee está na prisão e Catherine, agora Cathy, tenta reconstruir a vida em outra cidade. Apesar de seu corpo estar curado, ela tornou-se uma pessoa bastante diferente. Obsessivo-compulsiva, vive com medo e insegura. Seu novo vizinho, Stuart Richardson, a incentiva a enfrentar seus temores. Com sua ajuda, Cathy começar a acreditar que ainda exista a chance de uma vida normal. Até que um telefonema inesperado muda tudo. Ousado e poderoso, convincente ao extremo em seu retrato da obsessão, No escuro é um thriller arrebatador.

O livro é inteiramente sobre a vida de Catherine, o relacionamento abusivo que ela passou e sua recuperação. É um livro cheio de drama, violência e mexe com o psicológico demais. O livro é pesado, mas nem tanto, quem não gosta de ler esse tipo de coisa então nem vai gostar do livro, quem gosta vai amar o livro. Confesso que eu mesma me surpreendi, pois quando comecei a ler achei que não fosse gostar, mas agarrei o livro com força e não larguei até terminar de ler. 

O livro segue duas narrativas que vão se intercalando, a da vida atual de Catherine, que tem vários TOC's, vários medos e inseguranças, não tem amigos, só sai de casa pra trabalhar ou comprar comida, tem hora pra comprar chá, passa horas revirando a casa pra ver se está bem fechada, só sai pra comprar comida em dias pares, toma chá todos os dias e por ai vai. O livro segue assim mostrando a vida de Catherine após seu relacionamento abusivo e todas as suas consequências. 

Em contrapartida vemos também o seu relacionamento com Lee e como tudo começou e vai quebrar todos os seus pensamentos de que somente idiotas entram em um relacionamento abusivo. Uma mulher divertida, esperta, cheia de amigos, cheia de vida e atitude conhece um cara que vai mudar sua vida. Ele abusou dele psicologicamente e fisicamente, ele foi esperto e calculista nisso, por isso que depois ela pensa que não são só mulheres bobas que entram em relacionamentos abusivos.

Ela se tornou uma pessoa fechada, sem amigos, que passa quase todo seu tempo preocupada se algo pode lhe acontecer, suas manias e seus tocs tomam boa parte de seu tempo e de sua mente. O relacionamento que Catherine teve com Lee deixou marcas que vão durar pra sempre. 

Eu recomendo esse livro porque acho importante entendermos isso de uma vez por todas, mas também indico porque a narração é maravilhosa e quando você engaja você percebe que terminou de ler.

Inspiração de decor: sofá marrom

Eu estava reparando com a minha sala é sem graça, sem cor e sem vida e resolvi pesquisar algumas salas pelo google pra ver se eu tinha alguma ideia legal e barata. Primeiramente tenho q explicar que meu sofá é marrom e não dá pra mudar no momento então eu foquei em pesquisar salas que tenham como referência sofá de cores marrons e quais outras cores combinam. 

Não sou especialista nem nada, mas pelo que eu pesquisei existem diversas cores para combinar com o marrom que vai dar um up na decoração, por exemplo o laranja, o azul turqueza, o vermelho ou o amarelo. O branco é ótimo para dar um ar de limpeza no ambiente, mais usado na parede, o sofá marrom e os detalhes com uma cor mais forte. 





Aqui tem uma sala com bastante branco e o sofá marrom é o destaque, o restante dos móveis são brancos ou madeira clara com exceção de alguns detalhes. Amo ambientes cleans, com um toque leve de cor, mas eu não tenho muitos móveis brancos e não pretendo gastar para trocar. 



Aqui eu amei essa sala porque o amarelo deu uma certa alegria, ao mesmo tempo que é aconchegante é uma sala que passa bastante alegria, da pra colocar uma música, cantar e dançar, convidar amigos e familiares e fazer uma bagunça legal. Diferente de uma sala mais branca que passa um ar de que é melhor não sujar. 


Essa sala eu amei por conta das plantas espalhadas, além de fofa ficou super elegante. O quadro que tem essas cores ficou bem destacado e sem chamar toda atenção, essa sala ganhou meu coração.



Cinza, que é uma das minhas cores favoritas também é ótima pra combinar com o marrom e deixar o ambiente ainda clean, limpo e básico, eu acho esse estilo bem cheio de classe e bonito. O azul também deixou o ambiente mais alegre, super legal. 


Essa sala é pequena e com cores bem fofas, o sofá é bem parecido com o meu e as almofadas são bem fofinhas, mas o mais bonito mesmo é o quadro que está em cima da poltrona, muito chique. 


Agora meu favorito é o azul turquesa como detalhe na sala, ao mesmo tempo fica clean e elegante também fica alegre e aconchegante. 

Espero que tenham gostado dessas inspirações e lá no pinterest tem muitas outras imagens maravilhosas como essas. 
Beijos <3




Travessuras da Menina má de Mario Vargas Llosa

Travessuras da menina má 
Autor: Mario Vargas Llosa
Editora: Alfaguara
Páginas: 304
Nota: ***** (5 estrelas)

Sinopse: O peruano vê realizado, ainda jovem, o sonho que sempre alimentou: o de viver em Paris. O reencontro com um amor da adolescência o trará de volta à realidade. Lily - inconformista, aventureira e pragmática - o arrastará para fora do pequeno mundo de suas ambições. Ricardo e Lily - ela sempre mudando de nome e de marido - se reencontram várias vezes ao longo da vida, em diferentes cidades do mundo que foram cenário de momentos emblemáticos da história contemporânea. Na Paris revolucionária dos anos 60; na Londres das drogas, da cultura hippie e do amor livre dos anos 70; na Tóquio dos grandes mafiosos; e na Madri em transição política dos anos 80.

"— Eu nunca disse “gosto de você”, “amo você” sentindo de verdade. A ninguém. Só disse essas coisas de mentira. Porque eu nunca amei ninguém, Ricardito. Menti para todos, sempre. Acho que o único homem a quem nunca menti na cama foi você."

Eu venho tentando ler esse livro desde o ano passado, mas só consegui mesmo em janeiro de 2018 e confesso que ainda dei uma enrolada pra engatar, mas quando engatei se tornou um livro que eu preciso ler outras vezes (eu amo ler e reler livros). Resolvi ler esse livro porque a Luisa Accorsi indicou umas três vezes no stories e quando ela foi pra Lima ano passado ela disse que lembrava de cada detalhe do livro sobre a cidade. 

Então tempos o epicentro do livro que é a Lily e o que gira em torno dela que é o Ricardito, um homem simples de poucas ambições, primeiramente quero destacar aqui a importância de entendermos que o mundo é pequeno sim, pois esses dois se reencontram várias vezes, seja por coincidência ou não. Se conhecem na adolescência no Peru, mais precisamente no bairro de Miraflores (aaaaaah esse bairro que quero tanto conhecer). 

Lily era uma chilenita que havia chegado com sua família para morar no Peru, ela era o desejo de todos os garotos da cidade, e Ricardito era só mais um pretendente que se declarou várias vezes sem sucesso. Eles se reencontram várias vezes pelo mundo com diferentes cenários históricos e culturais (Peru, Londres, Tokio, Madri entre outros). Desde a adolescência Ricardito é apaixonado pela menina má que é uma pessoa muito fria, ambiciosa e muito oportunista. O objetivo de Lily é o dinheiro, poder ter tudo o que quer independente do que precisa fazer. 

 Esses encontros e desencontros constroem um cenário de um romance um pouco doentio, dependente e doloroso. Ela com diferentes nomes e maridos e ele com sua simplicidade e humildade sem ambição, um tradutor que tem oportunidade de viver viajando, porém com uma conta bancária que não interessa a menina má. 

Era óbvio, a menina má nunca deixaria de me surpreender com suas audácias indescritíveis”
Ela é imprevisível, nunca deixa claro o que sente por Ricardito, mas é como se ela precisasse dele, quisesse encontrar com ele. Com suas travessuras ela conquista mas também indigna tanto o leitor quanto Ricardito. Ela o salva e o destrói ao mesmo tempo. 

Não posso deixar de dizer que o livro me surpreendeu bastante, não é só uma história de amor qualquer, não é só um livro que conta um pouco sobre o Peru, quando o MIR buscava implantar a revolução, assim como em Cuba, nem é só um livro que mostra um pouco da década de 60 e 70 na Europa, mas um livro sobre tudo e sobre o amor genuíno, sobre o ser humano. Somos feitos por escolhas, as vezes somos bons e as vezes somos ruins. 

Acho que eu sinto mais pena da Lily do que do Ricardito, talvez pela história de vida ou pelas coisas que ela fala, mas é isso que eu sinto por ela e quanto ao Ricardito eu achei que iria ficar meio com raiva das atitudes dele, de ser como um cachorrinho quando a encontrava, muito pelo contrário eu vi nele um sentimento puro, talvez do amor que esteja perdido a muito tempo, seu amor pela menina má beira o ridículo, porém é verdadeiro. Afinal, quando a gente ama a gente simplesmente sente. 



Resenha de Em outra vida, talvez? Taylor Jenkins Reid

Em outra vida, talvez?
Autora: Taylor Jenkins Reid
Editora: Record
Páginas: 322
Nota: **** (4 estrelas)

Sinopse: Hannah está perdida. Aos 29 anos, ainda não decidiu que rumo dar à sua vida. Depois de uma decepção amorosa, ela volta para Los Angeles, sua cidade natal, pois acha que, com o apoio de Gabby, sua melhor amiga, finalmente vai conseguir colocar a vida nos trilhos. Para comemorar a mudança, nada melhor do que reunir velhos amigos num bar. E lá Hannah reencontra Ethan, seu ex-namorado da adolescência. No fim da noite, tanto ele quanto Gabby lhe oferecem carona. Será que é melhor ir embora com a amiga? Ou ficar até mais tarde com Ethan e aproveitar o restante da noite? Em realidades alternativas, Hannah vive as duas decisões. E, no desenrolar desses universos paralelos, sua vida segue rumos completamente diferentes. Será que tudo o que vivemos está predestinado a acontecer? O quanto disso é apenas sorte? E, o mais importante: será que almas gêmeas realmente existem? Hannah acredita que sim. E, nos dois mundos, ela acha que encontrou a sua.

Outro dia eu estava na livraria procurando algum dos livros da minha lista e foi anunciado que a loja estava fechando em quatro minutos, como eu não achei nenhum livro da minha lista eu peguei um aleatório e gostei da sinopse então acabei comprando.

Confesso que minhas expectativas eram bem baixas porque foi uma compra bem por impulso mesmo, então eu só queria ler, mas acontecesse que é um livro bem legal até, é um chick lit do qual eu gostei bastante.

Hannah Martin já morou em vários lugares dos Estados Unidos e agora está voltando para sua cidade natal, Los Angeles. Em Nova York ela sofre uma grande decepção amorosa e decide que voltar para perto de sua melhor amiga e encarar uma nova fase sobre si mesma, está decidida a encontrar um lugar pra chamar de lar.

Em sua primeira noite fora ela reencontra Ethan seu ex namorado e ela sente que tem algo de inacabado entre eles, quando Gabby decide ir embora Hannah deve escolher entre ir com a melhor amiga ou ficar mais para ver o que acontece com Ethan.

No livro você conhece o que aconteceria com as duas escolhas de Hannah, indo com sua melhor amiga a vida dela toma um rumo completamente diferente do que ficar para ir depois com o Ethan. Assim se segue o livro, mostrando duas histórias completamente diferentes baseado naquela escolha de Hannah. 

Indo com sua melhor amiga ela sofre um acidente de carro, fica um tempo hospitalizada, conhece um enfermeiro com quem faz amizade e logo volta a morar com a amiga. Quando ela escolhe ficar com Ethan eles tentam iniciar um relacionamento juntos, até ela descobrir que está grávida de seu ex. 

Narrado em primeira pessoa o livro é meio lento do meio pro final, algumas coisas não surpreendem tanto, mas é um chick lit mega gostoso de ler, a gente se envolve nas duas histórias e nos dois grandes amores que elas trazem. A história é bem original e muitas vezes faz a gente pensar nas nossas próprias escolhas, eu gostei do livro e recomendo. 


Seriado The Fosters

Terminei a primeira temporada de The Fosters e estou apaixonada por esse seriado. Conta a história de uma familian formada por duas mulheres que juntas tem três filhos e durante um tempo Callie e Jude, dois irmãos vão ficar com eles por um tempo, até que possam encontrar um lar adotivo permanente.

Lena e Stef estão juntas há mais de dez anos, Brandon é o filho mais novo de Stef do primeiro casamento, ele toca piano, super fofo e um dos mais quietinhos. Os gêmeos foram adotados Jesus e Mariana, basicamente opostos e de vez em quando se metem em umas confusões. Callie acabou de sair do reformatório e Jude é seu irmão mais novo, e em seis anos eles estão de lares adotivos em lares adotivos sem criar raizes. 

O seriado é muito bom mostra como é difícil ter uma casa cheia de adolescentes, de culturas diferentes e pensamentos diferentes. De uma maneira ou de outra eu acabei me apegando por todos eles, cada um com seus defeitos e suas escolhas erradas fazem a gente se apaixonar. 

E cada personagem tem uma história, que você vai conhecendo ao longo dos episódios, sem contar que os personagens que vão aparecendo também conquistam de alguma forma. 

Quando eu tinha quinze anos eu queria adotar cinquenta crianças, era meu sonho mudar o mundo e não ter um orfanato, mas sim adotar, fazer um lar pra cada uma delas. Pode ter sido bondade minha ou só influência de Chiquititas, mas eu vi esse seriado eu fiquei encantada em como esse mulheres amam cada um e o conceito de família. Certamente é um conceito que todo mundo deveria praticar. 

Espero que tenha gostado da dica, beijos e até o próximo post! 

Meu primeiro trimestre

Quando eu descobri que estava grávida já estava com seis semanas, então só faltavam mais seis semanas para terminar o primeiro trimestre. Nesses primeiros meses a gente tem aquele receio de perder e é uma fase bem sensível. 

Eu já estava tendo enjoos que continuaram, todos os dias pela manhã eu vomitava e no resto do dia eu ficava bem enjoada. Não cheguei a desidratar nessa época mas era bastante incomodo o enjoo, perdurava por bastante tempo e se eu ficava sem comer por um tempinho que fosse já dava aquela ânsia bem chata. 

Além do enjoo eu tive bastante sono, dormia por muito tempo e o dia inteiro. Minha rotina era bastante movimentada, mas sempre q sobrava uns minutos eu dormia. Acho que é bem comum as grávidas ficarem com sono durante o dia. 

Também tive uma dor no ciático extremamente forte, do lado direito, começa no bumbum e vai até a coxa. Muitas vezes precisei ficar de repouso e fazer fisioterapia pra fortalecer o músculo e diminuir a dor. 

Eu fiz umas 5 ecografias nesse primeiro trimestre e todas o Theo estava muito bem, sempre crescendo, e quando fiz a primeira morfológica e deu tudo certo foi ótimo saber que ele está saudável.
Tive acompanhamento do obstetra, do nefrologista e do reumatologista, tive que continuar tomando o azatioprina pra que a lupus não atacasse nenhuma parte do meu corpo, foi bem difícil tomar a decisão de continuar com o comprimido que podia causar mal ao bebê, então muitas vezes eu falhei com o remédio, acho que inconscientemente só pra ter certeza que a fase do primeiro trimestre seria só mais uma fase. 

Então meu primeiro trimestre foi assim. Logo mais eu venho aqui pra falar do segundo trimestre. 
Beijos e até o próximo post!

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